Homem investigado por morte de criança de 8 anos não resiste após ataque durante socorro em Praia Grande
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Um homem acusado de matar o próprio enteado de 8 anos foi morto a tiros na tarde deste sábado (2), dentro de uma ambulância em Praia Grande, no litoral sul de São Paulo. O caso chocante envolve Luan Henrique Silva de Almeida, de 31 anos, conhecido como “Fuzil”, que era investigado pela morte da criança com sinais de violência e maus-tratos.
De acordo com a Polícia Militar, equipes foram acionadas inicialmente para atender uma ocorrência de homem baleado no bairro Ribeirópolis. Durante o atendimento, enquanto Luan era socorrido, a ambulância foi interceptada por um suspeito armado, que efetuou novos disparos contra ele.
Mesmo após ser levado com vida à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Samambaia, o homem não resistiu aos ferimentos.
Investigação da morte da criança
Luan era o principal suspeito de ter causado a morte do enteado, encontrado desacordado e com indícios de agressão dentro da residência da família. O caso está sendo investigado como homicídio contra menor de 14 anos pela Delegacia de Polícia de Cubatão.
As circunstâncias do crime ainda estão sendo apuradas, especialmente após contradições no depoimento da mãe da criança.
Inicialmente, ela afirmou que estava em casa com o filho e o companheiro, e que teria cochilado por cerca de 10 minutos. Ao acordar, encontrou a criança inconsciente no banheiro, enquanto Luan já havia saído do local.
No entanto, a mulher mudou a versão posteriormente, relatando que estava em um salão de beleza no momento do ocorrido. Segundo ela, Luan chegou ao estabelecimento desesperado, afirmando que o menino estava passando mal e precisava ser levado ao hospital.
Imagens reforçam suspeitas
Câmeras de segurança do condomínio onde a família morava mostram Luan deixando o apartamento carregando a criança desacordada nos ombros. As imagens, juntamente com o depoimento da dona do salão, reforçam a segunda versão apresentada pela mãe.
Ainda conforme o relato, o homem levou a criança até uma unidade de saúde, deixou mãe e filho no local e saiu dizendo que buscaria documentos. Ele chegou a entregar os papéis à tia da vítima, mas não retornou nem respondeu mais às mensagens.
Execução levanta novas linhas de investigação
A morte de Luan dentro da ambulância agora abre uma nova frente de investigação para a polícia, que busca identificar o autor dos disparos e entender a motivação do crime.
A principal hipótese é de execução, mas ainda não há confirmação se o ataque tem relação direta com a morte da criança.
O caso segue sob investigação das autoridades paulistas.
Da redação Estrutural On-line

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