Aeronave decolou da Pampulha e atingiu escadaria de edifício; impacto poderia ter causado tragédia ainda maior, segundo Bombeiros
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| Divulgação/CBMMG |
Um avião de pequeno porte caiu na tarde desta segunda-feira (4/5) em Belo Horizonte e provocou a morte de duas pessoas, além de deixar três ocupantes gravemente feridos. O acidente ocorreu no bairro Silveira, na Região Nordeste da capital mineira, após a aeronave colidir com a escadaria de um prédio residencial.
De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG), o impacto foi concentrado na caixa de escada da edificação, o que evitou consequências ainda mais graves. “A aeronave atingiu a área da escada. Poderia ter sido pior caso tivesse alcançado os apartamentos, que estavam ocupados”, explicou o tenente Raul Souza.
O avião havia decolado do Aeroporto da Pampulha, localizado a cerca de cinco quilômetros do local da queda. Cinco pessoas estavam a bordo. O piloto e um dos passageiros — que seria um dos proprietários da aeronave — morreram ainda no local, conforme confirmou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
Os outros três ocupantes foram socorridos em estado grave e encaminhados ao Hospital João XVIII, na região central de Belo Horizonte. Informações preliminares indicam que duas vítimas sofreram múltiplas fraturas. Entre os sobreviventes, dois estavam conscientes no momento do resgate, enquanto o terceiro foi encontrado inconsciente, em estado crítico.
O acidente aconteceu na rua Ilacir Pereira Lima, na altura do número 667, em frente a um supermercado, e gerou pânico entre moradores e testemunhas que presenciaram a queda da aeronave.
Equipes do Corpo de Bombeiros, com cinco viaturas, atuaram no resgate e no controle da ocorrência, com apoio do Samu e do Instituto Médico Legal (IML). A Polícia Militar isolou a área para garantir a segurança e facilitar o trabalho das equipes.
A Defesa Civil foi acionada para avaliar possíveis danos estruturais no prédio atingido e verificar se há riscos para os moradores.
As causas da queda do avião ainda são desconhecidas e deverão ser investigadas pelas autoridades competentes.
Da redação Estrutural On-line

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