Reuniões destacam importância do diálogo institucional e da cooperação para assegurar a estabilidade da instituição financeira
Representantes do setor produtivo e do Legislativo do Distrito Federal intensificaram o diálogo em torno de pautas consideradas essenciais para o desenvolvimento da capital, com atenção especial ao futuro do Banco de Brasília (BRB). O tema foi abordado durante encontros realizados na sede do Sistema Fecomércio-DF, que reuniram o presidente da entidade, José Aparecido Freire, o presidente da Câmara Legislativa, Wellington Luiz (MDB), e o deputado distrital Chico Vigilante (PT).
As conversas envolveram projetos estratégicos para a cidade e reforçaram a necessidade de cooperação entre diferentes segmentos para enfrentar desafios econômicos. Entre os assuntos debatidos, a situação do BRB ganhou destaque, com as lideranças ressaltando o papel do banco na execução de políticas públicas, no apoio a famílias em situação de vulnerabilidade e no estímulo a iniciativas empresariais e ao setor imobiliário.
José Aparecido Freire lembrou a trajetória de colaboração entre a Fecomércio-DF e a Câmara Legislativa e destacou que o diálogo permanente contribui para avanços estruturais no Distrito Federal. Para ele, o BRB é uma instituição relevante e deve contar com o engajamento de diversos atores para manter sua estabilidade e capacidade de investimento.
José Aparecido avaliou que não vê cenário para encerramento das atividades do banco, mas enfatizou a importância de mobilizar apoios para garantir sua continuidade, proteger os recursos dos clientes e preservar postos de trabalho.
Wellington Luiz também reforçou que a defesa do BRB está alinhada aos interesses da população do DF. Segundo o parlamentar, a disposição para construir soluções conjuntas demonstra o compromisso das lideranças com a segurança financeira e o desenvolvimento regional. Ele acrescentou que a interlocução com representantes do setor produtivo fortalece a busca por alternativas eficazes.
Na mesma linha, o deputado Chico Vigilante manifestou apoio à instituição e defendeu a união entre governo, iniciativa privada e sociedade para resguardar correntistas, funcionários e parceiros comerciais. Para ele, a articulação coletiva é fundamental para manter a confiança no banco e assegurar sua atuação no mercado.
Da redação Estrutural On-line


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