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Objeto suspeito em aeronave provoca operação de segurança e mobiliza forças policiais em aeroporto

Polícia Federal e equipes especializadas realizam varredura após item ser localizado em compartimento de bagagem; investigação ficará sob responsabilidade da PF no Pará


Divulgação / PF

Uma ocorrência de segurança aérea chamou a atenção das autoridades na tarde desta quinta-feira (5), após a identificação de um objeto considerado suspeito dentro de uma aeronave que havia partido do Rio de Janeiro. A situação levou ao acionamento imediato da Polícia Federal (PF) e de forças especializadas para uma inspeção detalhada do avião.

Divulgação / PF

O voo fez escala em Belém, no Pará, onde, durante procedimentos de rotina realizados após o desembarque dos passageiros, o item foi encontrado em um dos compartimentos de bagagem de mão acima dos assentos. Apesar da descoberta, a PF na capital paraense não teria sido informada a tempo, e a aeronave seguiu viagem normalmente até Macapá, no Amapá.

Assim que o avião pousou no Aeroporto Internacional de Macapá, agentes federais foram acionados para adotar as medidas necessárias. A vistoria conta com o apoio da Companhia de Operações Especiais da Polícia Militar do Amapá e do canil do Batalhão de Operações Especiais, que auxiliam na verificação do material e na garantia da segurança do local.

A apuração do caso ficará sob responsabilidade da Polícia Federal em Belém, que deve conduzir as investigações para esclarecer as circunstâncias do ocorrido.


Em nota, a GOL Linhas Aéreas informou que colaborou integralmente com as autoridades e seguiu seus protocolos de segurança ao identificar o objeto — posteriormente descrito como um powerbank. A companhia destacou ainda que trabalha em conjunto com a concessionária Norte da Amazônia Airports, responsável pelo terminal de Macapá, para assegurar o cumprimento dos procedimentos.

A empresa acrescentou que passageiros que aguardavam a aeronave para o próximo voo receberam assistência enquanto a inspeção era realizada. Até o momento, não há informações sobre riscos efetivos, mas o caso segue sob análise das autoridades competentes.

Da redação Estrutural On-line

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