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EUA intensificam ofensiva aérea contra remanescentes do Estado Islâmico na Síria

Operações realizadas ao longo de fevereiro miraram dezenas de estruturas ligadas ao grupo extremista


Reprodução

O Comando Central das Forças Armadas dos Estados Unidos (Centcom) informou neste sábado (14/2) que conduziu uma série de ataques contra posições atribuídas ao Estado Islâmico em território sírio. As ações ocorreram entre os dias 3 e 12 de fevereiro e, segundo Washington, tiveram como foco células remanescentes da organização extremista.

De acordo com o comunicado, foram executadas dez investidas que atingiram mais de 30 alvos considerados estratégicos, incluindo instalações logísticas e depósitos de armamentos. A operação contou com o uso de munições guiadas de precisão lançadas por aviões, helicópteros e aeronaves não tripuladas.

As ofensivas fazem parte da chamada Operação Hawkeye Strike, iniciada após um ataque ocorrido em 13 de dezembro, na região de Palmira. Na ocasião, uma emboscada atribuída ao Estado Islâmico resultou na morte de dois militares norte-americanos e de um intérprete que prestava apoio às forças dos EUA.

Segundo o Centcom, ao longo dos últimos dois meses, mais de 50 integrantes do grupo foram mortos ou detidos, e mais de uma centena de estruturas ligadas à organização foram destruídas ou neutralizadas.

No início de fevereiro, os Estados Unidos já haviam anunciado uma rodada anterior de bombardeios, realizada entre 27 de janeiro e 2 de fevereiro, também com o emprego de drones. À época, o governo norte-americano destacou que as ações ocorreram em cooperação com parceiros da coalizão internacional que combate o Estado Islâmico na Síria desde 2014.

As autoridades americanas sustentam que as operações buscam enfraquecer a capacidade de reorganização do grupo no país e impedir novos ataques contra forças locais e estrangeiras.

Da redação Estrutural On-line

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