Operação militar mobilizou dezenas de aeronaves e mirou posições estratégicas do grupo extremista em diversas regiões do país
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| Imagem de Robert Waghorn por Pixabay |
As Forças Armadas dos Estados Unidos, com apoio de aliados internacionais, realizaram neste sábado (10/1) uma ampla operação aérea contra alvos do Estado Islâmico (ISIS) em território sírio. A ação, descrita como uma das maiores ofensivas recentes, teve como foco estruturas estratégicas e combatentes do grupo jihadista.
Segundo informações divulgadas pelo Comando Central dos EUA (CENTCOM), a operação integra a chamada Ataque Hawkeye, lançada oficialmente em dezembro. A iniciativa é uma resposta direta a um ataque anterior atribuído ao Estado Islâmico, que resultou na morte de dois militares norte-americanos e de um civil ligado às forças dos Estados Unidos.
Em nota oficial, o CENTCOM afirmou que os bombardeios reforçam o compromisso de Washington e de seus parceiros internacionais no combate ao terrorismo. “Seguimos determinados a neutralizar ameaças, impedir novos ataques e garantir a segurança das forças americanas e aliadas que atuam na região”, destacou o comunicado.
O porta-voz do comando militar, capitão Tim Hawkins, informou à emissora NBC News que mais de 35 pontos foram atingidos durante a ofensiva. De acordo com ele, a operação envolveu o lançamento de mais de 90 munições guiadas de alta precisão e contou com a participação de mais de 20 aeronaves de combate.
Imagens divulgadas pelo CENTCOM mostram a atuação dos bombardeiros, mas não revelam com precisão as localidades atingidas. O governo norte-americano também não detalhou quais regiões da Síria foram alvos diretos da ação militar.
Em tom firme, o comando militar reforçou o recado aos grupos extremistas. “Quem atacar nossas forças será localizado e responsabilizado, independentemente de onde esteja”, afirmou o CENTCOM.
A ofensiva também foi comentada pelo secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, que se manifestou por meio da rede social X. “Não esquecemos e não recuamos”, escreveu.
De acordo com autoridades norte-americanas, o objetivo da operação é desarticular remanescentes do Estado Islâmico, atingindo combatentes, centros logísticos, depósitos de armas e outras infraestruturas utilizadas pelo grupo, que apesar de enfraquecido, ainda representa ameaça à estabilidade da região.
Da redação Estrutural On-line

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