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Viúva de ciclista atropelado por Ramon, do Flamengo: “Sobrou um vazio”

Lateral-esquerdo do Flamengo atropelou e matou Jônatas Santos, no Rio de Janeiro. O entregador de aplicativo deixou duas filhas Rio de Janei...

Lateral-esquerdo do Flamengo atropelou e matou Jônatas Santos, no Rio de Janeiro. O entregador de aplicativo deixou duas filhas



Rio de Janeiro – Atropelado e morto pelo jogador Ramon, lateral-esquerdo do Flamengo, Jônatas Dias Santos deixou a esposa e duas filhas, uma de 7 anos e outra de 10 meses. O ciclista foi atingido pelo atleta na noite de sábado (4/12), na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, enquanto trabalhava.

A viúva, Priscila Aline de Oliveira, publicou uma homenagem ao marido. A mulher do ciclista afirmou que está “com o coração despedaçado” e que Jônatas “era tudo para ela” e sua família.

“Você era tudo para mim e agora só sobrou um vazio no meu peito. Meu marido partiu e levou com ele um pedaço meu”, escreveu Priscila em um post no Facebook.

Ainda na mesma publicação, a esposa do entregador de aplicativo lembrou como seu marido “era um homem bom”.

“Meu coração está despedaçado e só consigo pensar em tudo que ainda tínhamos para viver. Você sempre será o amor da minha vida, não importa quanto tempo passe. Saiba que continuarei amando você, meu amor, minha vida, e nunca irei esquecê-lo”, afirmou.

Jônatas Santos era de Magé, na Baixada Fluminense, mas residia no Rio na casa de uma tia. O ciclista foi atropelado na Avenida das Américas, na Barra da Tijuca, na noite de sábado (4/12), quando trabalhava em uma bicicleta como entregador de um aplicativo.

Polícia investiga caso

A Polícia Civil ainda investiga a velocidade com que o jogador Ramon dirigia seu carro quando atropelou o ciclista. O entregador chegou a ser socorrido, mas morreu antes de chegar ao Hospital Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca.

Na delegacia, Ramon negou que tivesse ingerido qualquer bebida alcoólica antes de atropelar o ciclista. Policiais informaram que não vislumbraram sinais de embriaguez no atleta.

A Polícia Civil vai tentar recuperar imagens de câmeras da Companhia de Engenharia de Tráfego (Cet-Rio) e de uma concessionária de veículos para analisar como ocorreu o atropelamento.

Por Daniel Haidar - Metrópoles

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