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Criança vítima de maus tratos é resgatada da sua própria casa comendo fezes de cão no Espírito Santo

Além dela, mais três vítimas menores de idade viviam abandonadas, sem alimentação e condições de higiene Um casal foi preso em flagrante por...

Além dela, mais três vítimas menores de idade viviam abandonadas, sem alimentação e condições de higiene


Um casal foi preso em flagrante por maus tratos e por manter em cárcere privado seus quatro filhos que foram resgatados por policiais militares do Espírito Santo. Ao entrarem na casa os policiais ficaram chocados ao presenciarem que uma delas estava comendo fezes de cachorro quando foi encontrada. Segundo informações do jornal Folha Vitória, a criança de quatro anos é portadora de autismo.
 
Apesar da gravidade da ocorrência, o casal foi liberado após conseguirem um alvará de soltura que foi apresentado durante audiência de custódia. Eles estão proibidos de chegar perto dos filhos até que a Vara de Infância decida qual será o destino das crianças. A dupla é obrigada a comparecer à Justiça para informar suas atividades durante a semana e devem manter o endereço atualizado, além de atender prontamente os chamados do judiciário.
 
As condições onde as crianças viviam eram precárias e de extrema sujeira. Para piorar a situação, foi constatado que havia fezes de animais espalhados por toda casa. Além dos maus tratos, as crianças  não se alimentavam nem tomavam banho há dias. Uma das vítimas estava tão debilitada que não conseguia andar. Elas foram encaminhadas para uma unidade de saúde e conduzidas a um abrigo.
 
O pai de duas meninas, uma de 10 e outra de 12 anos, fruto de um relacionamento anterior da mãe, informou que vai solicitar na Justiça a guarda das filhas. A ex-mulher teria desaparecido com as filhas há sete anos, quando os dois ainda viviam juntos em Carapicuíba, em São Paulo.
 
Uma denúncia da diretora da escola de uma das crianças chegou ao conhecimento da Polícia Militar e do Conselho Tutelar que  adotaram as providências cabíveis para resgatar as vítimas. Ela contou que mantive contato com o pai da menina alegando que ela precisava fazer uma prova presencial. Somente após muita insistência foi autorizado a presença da criança.
 
Chegando na unidade de ensino, alguns professores buscaram saber da criança o que estava acontecendo, porém ela resistia em contar a verdade. A vítima foi levada para uma sala reservada e a diretora percebeu o nervosismo da criança, que parecia estar passando por uma pressão psicológica. A diretora revelou que a vítima “mal parava em pé de fraqueza”. Com base nessas evidências, a diretora imediatamente acionou o Conselho Tutelar.

Veja as fotos:








Da redação Estrutural On-line

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