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CLIMA DE TENSÃO: Policial aposentado ameaça de morte ministro do STF, Alexandre de Moraes

“Morra, careca filho da p***. Terça-feira vamos te matar e toda a sua família, seu vagabundo, advogadinho de m**** do PCC”, diz um trecho da...

“Morra, careca filho da p***. Terça-feira vamos te matar e toda a sua família, seu vagabundo, advogadinho de m**** do PCC”, diz um trecho da publicação


À medida que se aproxima o feriado de 7 de setembro, elevam-se os ânimos e o clima de tensão paira no ar. Um policial militar reformado de Minas Gerais postou uma mensagem nas redes sociais onde faz graves ameaças ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e à sua família.
 
O ex-PM identificado como sendo Cássio Rodrigues Costa Souza ainda tentou recuar e deletar a mensagem, mas como a internet não deixa passar nada, a publicação está viralizando na web.
 
Cássio usou sua conta pessoal no Twitter para ameaçar de morte o ministro do STF, dizendo que a morte do magistrado ocorreria nesta terça-feira, dia 7 de setembro, feriado nacional onde estão previstas protestos a favor do Presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), e contra ministros do STF, principalmente Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso.

Após a repercussão, a conta de Cássio foi suspensa do Twitter por “violar as regras” da rede.

De acordo com apuração do site Metrópoles, o nome de Cássio Rodrigues Costa Souza consta no Diário Oficial do Estado de Minas Gerais publicado no dia 24 de julho de 2018. O militar faz parte da lista de policiais reformados por incapacidade física definitiva. Ele trabalhava no 31º Batalhão de Polícia Militar, na cidade de Conselheiro Lafaiete.

– O Estatuto dos Militares do Estado de Minas Gerais (EMEMG) resolve reformar, na Corporação, o Cabo QPPM Cássio Rodrigues Costa Souza […], por ter sido considerado incapaz definitiva e plenamente para todos os serviços de natureza policial militar e atividades inerentes ao cargo ou função, por apresentar moléstia não profissional, não decorrente de acidente de serviço, não alienante e não invalidante no estágio em que se encontra, podendo exercer atividades na vida civil – informa o documento.

Da redação Estrutural On-line

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