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Capivara ataca homem no Lago Paranoá; veja o vídeo

Vítima foi atingida nas costas e na cabeça. O homem foi levado para hospital, tomou vacinas e se recupera em casa Um funcionário de um clube...

Vítima foi atingida nas costas e na cabeça. O homem foi levado para hospital, tomou vacinas e se recupera em casa


Um funcionário de um clube de Brasília foi mordido por uma capivara enquanto nadava no Lago Paranoá, na tarde desta segunda-feira (13). Ele foi levado para hospital, tomou vacinas e se recupera em casa.

Segundo a vítima, que é marinheiro do clube há 34 anos, a área em que ele nadava é conhecida como piscina dos barcos, onde as embarcações ficam ancoradas. Ele estava no local ajudando a subir uma embarcação para o píer.

Nas imagens é possível ver o homem mergulhando, quando a capivara se aproxima, sobe nas costas do marinheiro e o morde no ombro e na cabeça.  O marinheiro foi socorrido por funcionários do clube e levado para o hospital, onde foi medicado, tomou vacinas antitetânica e antirrábica, e voltou para casa, onde se recupera.

Febre maculosa

A capivara, assim como o cavalo, é um dos hospedeiros primários do carrapato-estrela, agente causador da febre maculosa brasileira. As capivaras hospedeiras, ao serem infectadas por carrapatos vetores, apresentam bacteremia por até três semanas, podendo evoluir ao óbito ou à cura. durante a bacteremia, as capivaras podem disseminar o agente para outros carrapatos que as estiverem parasitando, causando a amplificação da bactéria no ambiente. Os carrapatos podem se alimentar de qualquer hospedeiro acidental, inclusive o ser humano, transmitindo assim o agente infeccioso e causando a doença.

Cuidados

Quem for mordido por capivaras deve lavar o local com água e sabão, ir ao hospital, ver se precisa de sutura (a depender do tamanho da lesão) e iniciar imediatamente profilaxia contra raiva, que é um procedimento para prevenir e evitar a doença. Ou seja, uma série de injeções. O procedimento vale também para ataques de morcego ou animal silvestre, cão ou gato desaparecido, morto ou clinicamente suspeito.

Por Ricardo Faria, da Record TV

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