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Sérgio Reis chora ao falar sobre polêmico áudio e nega tentativa de golpe ao STF

“Não pedi para que acabasse com nada. Eu pedi que fizessem… que esses impeachments fossem estudados”, desabafou o sertanejo O drama vivido p...

“Não pedi para que acabasse com nada. Eu pedi que fizessem… que esses impeachments fossem estudados”, desabafou o sertanejo


O drama vivido pelo cantor Sérgio Reis, de 81 anos, ganhou outro capítulo nesta terça-feira (17), quando o sertanejo chorou durante uma live, ao citar o vazamento de um polêmico áudio em que faz duras críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF).
 
Nas imagens, é possível ver o artista se justificando de que sua intenção era sensibilizar Senado Federal para rever os pedidos de impeachment contra ministros do STF.
 
“Não pedi para que acabasse com nada. Eu pedi que fizessem… que esses impeachments fossem estudados. Vamos fazer. Se o povo não for para as ruas no dia 7 de setembro, Brasília não vai fechar. Então não vai adiantar nada. O Exército não pode fazer nada, o presidente não pode fazer nada e nós não podemos fazer nada. Estamos fazendo a nossa parte”,  desabafou Reis, que também revelou que a mulher tem “chorado bastante” com a repercussão negativa do caso.
 
Ainda na live, o sertanejo saiu em defesa do Presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), e diz que ele representa o povo.
 
“Falam que o Bolsonaro é grosso. Ele fala o que o povo quer falar. O povo não tem como chegar lá e falar. Se fala, às vezes mandam prender. Eu nunca agredi ninguém e não quero também. Mas vou pedir que a família vá para a rua”, defendeu o artista.
 
ENTENDA O CASO
 
O polêmico áudio que está tirando o sono de Sérgio Reis viralizou nas redes sociais no último fim de semana. Na ocasião, o cantor chega a convocar o povo brasileiro para um ato em Brasília no feriado de 7 de setembro. Entre os assuntos defendidos, está a aprovação do voto impresso auditável e o impeachment de ministros do STF. O canto, em tom de ameaça, alerta que o grupo entregará um documento para o Senado.
 
“Eu, os caminhoneiros, os plantadores de soja, os fortes, os que carregam navios para fora. Vão receber um documento assim: ‘vocês têm 72 horas para aprovar o voto impresso e tirar todos os ministros do STF. Não é um pedido, é uma ordem”, destacou.
 
E as ameaças não pararam por aí.
 
“Se vocês não cumprirem em 72 horas, nós vamos dar mais 72 horas. Mas nós vamos parar o país. Já está tudo armado. O país vai parar… tudo. Norte a Sul, Leste a Oeste. Os plantadores de soja vão colocar as colheitadeiras na estrada. Ninguém vai andar em carro particular, nem ônibus”, alertou.
 
Para finalizar, Reis ressaltou que o grupo não irá abrir mão de suas reivindicações.
 
“Enquanto o Senado não tomar essa posição que nós mandamos fazer, nós vamos ficar em Brasília, não sairemos de lá até isso acontecer. Se em 30 dias eles não tirarem aqueles caras [ministros do STF], nós vamos invadir, quebrar tudo e tirar os caras na marra”, finalizou.
 
Veja o vídeo:
 
Da redação Estrutural On-line

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