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GDF cria comissão para viabilizar ocupação do centro administrativo em Taguatinga

Espaço foi inaugurado em 2014 e até então não entrou em funcionamento; centro tem capacidade para abrigar dez secretarias e diversos órgãos ...

Espaço foi inaugurado em 2014 e até então não entrou em funcionamento; centro tem capacidade para abrigar dez secretarias e diversos órgãos de governo, além de amplo estacionamento e espaço para um centro de convenção e shopping center  


Uma comissão formada por secretários do Governo do Distrito Federal (GDF) foi instituída, nesta segunda-feira (19/4), com o intuito de viabilizar a ocupação do Centro Administrativo do Distrito Federal (Centrad) do governo, localizado na região administrativa de Taguatinga. A comissão é formada pelo secretário de Economia, André Clemente; pelo consultor jurídico do gabinete do governador do DF, Rodrigo Frantz; e pelo chefe de assessoria de projetos especiais do gabinete do govenador do DF, Marcelo Galvão.

O Centrad foi planejado em 2009, na época do governo de José Roberto Arruda. Depois, em 2014, no governo de Agnelo Queiroz, o prédio chegou a ser inaugurado, mas foi embargado pela justiça que encontrou irregularidades na construção do espaço. Desde então, o Centrad está interditado.

Construído para abrigar diversos órgãos do GDF, o centro administrativo tem uma superestrutura que pode vir a proporcionar à população do DF outro nível de qualidade em serviços públicos. O espaço ocupa 180 mil metros quadrados e tem capacidade para abrigar dez secretarias de governo, um centro de convivência, um sistema de atendimento ao cidadão e estacionamento. Há ainda espaço para um centro de convenções e um shopping center.

A ideia do GDF é conseguir agilizar o máximo possível à transferência dos serviços para o Centrad. Essa foi também uma das propostas de campanha do governador Ibaneis Rocha (MDB), que chegou a dizer que o espaço parado é desperdiço de dinheiro público.

Agora, através da comissão – que terá o direito de requisitar documento junto aos órgãos competentes e poderá recebê-los até no prazo de cinco dias – o Executivo espera transferir ainda nesta gestão grande parte dos serviços públicos para o Centrad.

Por redação Estrutural on-line

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