Músico e ativista social foi baleado durante ação violenta com suspeitos em moto; família cobra respostas das autoridades
O rapper e ativista social Emmanuel Pinto, conhecido artisticamente como Emmanuel 7Linhas, foi assassinado a tiros na sexta-feira (8/5), em Vila Velha, no Espírito Santo. O crime também deixou uma mulher de 37 anos morta e um homem de 34 anos ferido, aumentando a gravidade do episódio que abalou a comunidade local e a cena cultural capixaba.
De acordo com informações da polícia, o artista estava na região do bairro Ibes, onde desenvolvia trabalhos sociais, quando dois suspeitos em uma motocicleta passaram pelo local e efetuaram diversos disparos. Emmanuel não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local.
O homem ferido foi socorrido e encaminhado ao Hospital Antônio Bezerra de Faria. Até o momento, não há informações atualizadas sobre o estado de saúde dele.
A morte do rapper gerou forte comoção nas redes sociais, onde amigos, fãs e familiares prestaram homenagens. Em nota, pessoas próximas destacaram o legado deixado por Emmanuel, lembrando sua atuação artística e social. O velório foi realizado neste sábado (9/5), no Cemitério Jardim da Paz.
A filha do músico, Mayrianne, manifestou dor e indignação diante da perda e da falta de respostas. Em publicação nas redes, ela homenageou o pai, ressaltando sua influência cultural e pessoal em sua vida. À imprensa, afirmou que a família ainda aguarda esclarecimentos sobre o caso.
A investigação está sob responsabilidade da Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Vila Velha, que busca identificar os autores e a motivação do crime. Até o momento, ninguém foi preso.
O assassinato de Emmanuel 7Linhas reacende o debate sobre a violência urbana no Espírito Santo e a vulnerabilidade de lideranças culturais e comunitárias em áreas periféricas.
Da redação Estrutural On-line

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