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26 de Setembro pode virar nova região administrativa do DF

Encontro aberto à população em Vicente Pires debate regularização urbana e criação de nova cidade prevista no Pdot


VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

O Governo do Distrito Federal (GDF) promoveu, nesta quinta-feira (7), uma audiência pública para discutir a possível criação de uma nova região administrativa no DF. O foco do debate é o Setor Habitacional 26 de Setembro, atualmente vinculado a Vicente Pires, que pode ganhar статус de cidade própria conforme diretrizes do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot).

A reunião será realizada às 19h30, no Espaço Floresta, localizado na Rua 1, Chácara 5. O evento é aberto ao público e contará com participação mediante registro em lista de presença.

Com cerca de 12 mil moradores, o 26 de Setembro representa aproximadamente 11% da população de Vicente Pires. A audiência pública é uma etapa obrigatória dentro do processo de reorganização territorial e tem caráter consultivo, permitindo que a comunidade contribua com opiniões e sugestões.

De acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), a proposta está alinhada ao novo Pdot, aprovado pela Câmara Legislativa do DF em novembro de 2025. A mudança prevê a transição da área de zona rural para Zona Urbana de Consolidação, o que abre caminho para a regularização fundiária e melhorias na infraestrutura local.

Ponte Alta também entra em debate

Além do 26 de Setembro, outra região que pode passar por transformação administrativa é a Ponte Alta, no Gama. Uma audiência pública sobre o tema está marcada para o dia 11 de maio de 2026, também às 19h30, no Espaço Jardins by Viviane Magalhães.

A proposta para a nova poligonal inclui áreas como Casa Grande, Monjolo e Olhos D’água, atualmente pertencentes ao Gama. O projeto prevê ainda a redistribuição de parte do patrimônio e da estrutura administrativa da região atual.

Segundo dados do Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF), a área de Ponte Alta concentra cerca de 10% da população do Gama, reforçando a relevância do debate sobre sua possível emancipação administrativa.

Da redação Estrutural On-line

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