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Militar é encontrado morto em área de serviço do Palácio da Alvorada

Órgão responsável pela segurança da Presidência informou que abriu investigação interna e presta assistência aos familiares


Foto: Ricardo Stuckert/PR

Um integrante das Forças Armadas que atuava na segurança da Presidência da República morreu nesta terça-feira (10) nas dependências do Palácio da Alvorada, residência oficial do presidente da República, em Brasília. A informação foi confirmada pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI), responsável pela proteção do local.

De acordo com o órgão, o militar foi encontrado sem vida durante o início do turno de trabalho. As circunstâncias do caso ainda serão apuradas por meio de um Inquérito Policial Militar (IPM), procedimento que investigará os detalhes da ocorrência.

Em nota, o GSI manifestou pesar pelo ocorrido e informou que está oferecendo suporte à família do agente. O gabinete também destacou que mantém ações voltadas ao bem-estar e à preparação dos profissionais responsáveis pela segurança das instalações presidenciais.

Após o episódio, o acesso da imprensa às dependências do Palácio da Alvorada foi suspenso temporariamente.

Apesar da situação, a agenda oficial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi mantida. Nesta terça-feira, Lula cumpre compromissos em Brasília e esteve no Palácio do Planalto durante parte da tarde. Segundo informações divulgadas pela Presidência, o chefe do Executivo teve um encontro fora da agenda com os senadores Randolfe Rodrigues (AP) e Jaques Wagner (BA).

Ainda nesta tarde, o presidente tem reuniões previstas no próprio Palácio da Alvorada, incluindo encontros com o secretário especial para Assuntos Jurídicos da Casa Civil, Marcelo Weick, e com o ministro da Casa Civil, Rui Costa.

Apoio emocional


Especialistas alertam que transtornos mentais, como depressão, além do uso de drogas e outras condições de saúde, podem estar associados a crises emocionais graves. De acordo com a Associação Brasileira de Psiquiatria, a maioria dos casos pode ser prevenida com acompanhamento adequado.

Pessoas que enfrentam momentos difíceis podem buscar apoio gratuito no Centro de Valorização da Vida (CVV), que oferece atendimento 24 horas pelo telefone 188, além de chat e outros canais de conversa confidenciais.

Aprenda a identificar pessoas que estão passando por dificuldades emocionais.

Suicídio (Prevenção)


O suicídio é um fenômeno complexo, multifacetado e de múltiplas determinações, que pode afetar indivíduos de diferentes origens, classes sociais, idades, orientações sexuais e identidades de gênero. Mas o suicídio pode ser prevenido! Saber reconhecer os sinais de alerta em si mesmo ou em alguém próximo a você pode ser o primeiro e mais importante passo. Por isso, fique atento(a) se a pessoa demonstra comportamento suicida e procure ajudá-la.

SINAIS DE ALERTA


Os sinais de alerta descritos abaixo não devem ser considerados isoladamente. Não há uma “receita” para detectar seguramente quando uma pessoa está vivenciando uma crise suicida, nem se tem algum tipo de tendência suicida. Entretanto, um indivíduo em sofrimento pode dar certos sinais, que devem chamar a atenção de seus familiares e amigos próximos, sobretudo se muitos desses sinais se manifestam ao mesmo tempo.

  • O aparecimento ou agravamento de problemas de conduta ou de manifestações verbais durante pelo menos duas semanas:
Essas manifestações não devem ser interpretadas como ameaças nem como chantagens emocionais, mas sim como avisos de alerta para um risco real.

  • Preocupação com sua própria morte ou falta de esperança:
As pessoas sob risco de suicídio costumam falar sobre morte e suicídio mais do que o comum, confessam se sentir sem esperanças, culpadas, com falta de autoestima e têm visão negativa de sua vida e futuro. Essas ideias podem estar expressas de forma escrita, verbal ou por meio de desenhos.

  • Expressão de ideias ou de intenções suicidas:
Fiquem atentos para os comentários abaixo. Pode parecer óbvio, mas muitas vezes são ignorados:

--"Vou desaparecer.”
--“Vou deixar vocês em paz.”
--“Eu queria poder dormir e nunca mais acordar.”
--“É inútil tentar fazer algo para mudar, eu só quero me matar.”

  • Isolamento:

As pessoas com pensamentos suicidas podem se isolar, não atendendo a telefonemas, interagindo menos nas redes sociais, ficando em casa ou fechadas em seus quartos, reduzindo ou cancelando todas as atividades sociais, principalmente aquelas que costumavam e gostavam de fazer.

  • Outros fatores:

Exposição ao agrotóxico, perda de emprego, crises políticas e econômicas, discriminação por orientação sexual e identidade de gênero, agressões psicológicas e/ou físicas, sofrimento no trabalho, diminuição ou ausência de autocuidado, conflitos familiares, perda de um ente querido, doenças crônicas, dolorosas e/ou incapacitantes, entre outros podem ser fatores que vulnerabilizam, ainda que não possam ser considerados como determinantes para o suicídio. Sendo assim, devem ser levados em consideração se o indivíduo apresenta outros sinais de alerta para o suicídio.

PEDINDO AJUDA


Pensamentos e sentimentos de querer acabar com a própria vida podem ser insuportáveis e pode ser muito difícil saber o que fazer e como superar esses sentimentos, mas existe ajuda disponível. É muito importante conversar com alguém que você confie. Não hesite em pedir ajuda, você pode precisar de alguém que te acompanhe e te auxilie a entrar em contato com os serviços de suporte.

Quando você pede ajuda, você tem o direito de:

  • Ser respeitado e levado a sério;
  • Ter o seu sofrimento levado em consideração;
  • Falar em privacidade com as pessoas sobre você mesmo e sua situação;
  • Ser escutado;
  • Ser encorajado a se recuperar.

Onde buscar ajuda:

  • CAPS e Unidades Básicas de Saúde (Saúde da família, Postos e Centros de Saúde);
  • UPA 24H, SAMU 192, Pronto Socorro; Hospitais;
  • Centro de Valorização da Vida – 188 (ligação gratuita).

Centro de Valorização da Vida – CVV

O CVV – Centro de Valorização da Vida realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo, por telefone, e-mail, chat e voip 24 horas todos os dias.

A ligação para o CVV em parceria com o SUS, por meio do número 188, são gratuitas a partir de qualquer linha telefônica fixa ou celular.

Também é possível acessar www.cvv.org.br para chat, Skype, e-mail e mais informações sobre ligação gratuita.

Também é possível utilizar o atendimento por chat e e-mail disponível nos ícones abaixo.


DIANTE DE UMA PESSOA SOB RISCO DE SUICÍDIO


  • Encontre um momento apropriado e um lugar calmo para falar sobre suicídio com essa pessoa. Deixe-a saber que você está lá para ouvir, ouça-a com a mente aberta e ofereça seu apoio;
  • Incentive a pessoa a procurar ajuda de profissionais de serviços de saúde, de saúde mental, de emergência ou apoio em algum serviço público. Ofereça-se para acompanhá-la a um atendimento;
  • Se você acha que essa pessoa está em perigo imediato, não a deixe sozinha. Procure ajuda de profissionais de serviços de saúde, de emergência e entre em contato com alguém de confiança, indicado pela própria pessoa;
  • Se a pessoa com quem você está preocupado(a) vive com você, assegure-se de que ele(a) não tenha acesso a meios para provocar a própria morte (por exemplo, pesticidas, armas de fogo ou medicamentos) em casa;
  • Fique em contato para acompanhar como a pessoa está passando e o que está fazendo.


ACESSE OS SITES DO GOVERNO FEDEREL E DO CENTRO DE VALORIZAÇÃO DA VIDA  E PEÇA AJUDA



O CVV – Centro de Valorização da Vida realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo, por telefone, e-mail, chat e voip 24 horas todos os dias.

Por Francisco Gelielçon
#EstruturalOnLine

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