Mobilização de equipes médicas e bombeiros garantiu a segurança de pacientes em estado grave após fumaça ameaçar setores críticos
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| Reprodução / Redes sociais |
A atuação conjunta de profissionais de saúde e do Corpo de Bombeiros foi decisiva para preservar a vida de pacientes internados em estado grave durante um incêndio registrado nesta sexta-feira (30), na área externa de um complexo hospitalar na zona oeste de São Paulo. A ocorrência mobilizou dezenas de socorristas e exigiu uma operação rápida para proteger doentes que dependiam de aparelhos de suporte à vida.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, havia 21 pacientes intubados em uma unidade de terapia intensiva no momento em que a fumaça começou a se espalhar pelos andares do prédio. O cenário se tornou mais delicado diante do risco de falhas no fornecimento de energia, o que poderia comprometer o funcionamento dos equipamentos hospitalares.
Corrida contra o tempo
Segundo relato de um oficial da corporação, o intervalo de resposta foi determinante para evitar perdas. Assim que o problema foi identificado, equipes internas do hospital deram início aos protocolos de emergência enquanto os bombeiros organizavam o combate às chamas e o suporte à remoção de pacientes.
A fumaça atingiu diferentes áreas do prédio e afetou pessoas que estavam no local, incluindo um bombeiro que precisou de atendimento médico. Para dar conta da ocorrência, os militares dividiram a operação em duas frentes: uma dedicada a conter o fogo em um ponto de difícil acesso e outra voltada ao resgate e à proteção dos internados.
Transferência de pacientes
Dos pacientes em estado mais delicado, oito precisaram ser levados para outra ala da unidade. As demais remoções previstas foram suspensas quando o fornecimento de energia foi normalizado.
Por segurança, os elevadores não foram utilizados durante a ação. O transporte ocorreu pelas escadas, com o auxílio de equipamentos portáteis de oxigênio e monitoramento contínuo das equipes médicas. Segundo os bombeiros, os pacientes mantiveram assistência integral durante todo o processo.
Mobilização ampla
Ao todo, 18 viaturas e 54 bombeiros participaram da operação. Profissionais do hospital, como médicos, enfermeiros e brigadistas, também atuaram diretamente no atendimento e na logística de emergência.
As causas do incêndio ainda devem ser apuradas. A rápida resposta e a integração entre as equipes foram apontadas como fatores essenciais para evitar uma tragédia em um ambiente com pacientes de alta complexidade.
Da redação Estrutural On-line

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