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Polícia Civil investiga morte de homem atingido com pedra de 20kg na cabeça

O corpo foi encontrado ao lado de um pedregulho, que estava sujo de sangue. Dois irmãos são suspeitos de terem matado a vítima


Foto das redes sociais

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) encontrou, na manhã de sábado (9/7), o corpo de um homem (foto em destaque), próximo à entrada de um condomínio residencial da Colônia Agrícola 26 de Setembro. Dois irmãos – que continuam sendo procurados pela polícia – são suspeitos de terem assassinado a vítima a pedradas. O corpo estava ao lado de um pedregulho, sujo de sangue, e um simulacro de arma de fogo.


Uma das linhas de investigação adotadas pela PCDF é a de assalto. “Essa versão é sustentada por uma testemunha, que é irmão dos suspeitos. Ele teria recebido a visita deles um pouco depois do crime”, explica o delegado-adjunto da 8ª Delegacia de Polícia (Estrutural), Thiago Peralva. Segundo a testemunha, os irmãos teriam reagido a um assalto, após um acidente de trânsito.

De acordo com a versão da testemunha, uma das vítimas teria dado ré e batido em um carro que estava atrás. Depois de uma discussão, os irmãos teriam ido até a casa onde moravam para pegar R$ 1 mil reais, supostamente exigidos pelo motorista do carro atingido, para pagar a batida. Quando os suspeitos chegaram para entregar a quantia, o homem teria sacado um simulacro de arma de fogo e anunciado um assalto.

Ao perceberem que se tratava de uma arma falsa, os homens pegaram um pedregulho, de cerca de 20 kg, e acertado violentamente a cabeça da vítima, que morreu na hora. Porém, segundo Peralva, esta é apenas uma das linhas de investigação e nenhuma outra hipótese é descartada pela Polícia Civil, que segue investigando o caso.

Moradores próximos do local onde ocorreu o crime contaram ao delegado que ouviram gritos e que viram dois homens correndo atrás da vítima. Ao conversar com os irmãos, a testemunha também observou que um deles estava com uma das mãos cortada. No interior da residência dos suspeitos havia sinais de sangue, que segundo Peralva, pode ser de um dos envolvidos no assassinato. Os irmãos não possuem antecedentes criminais e ainda não foram localizados.

Por Raquel Valente, Carlos Carone e Mirelle Pinheiro do Metrópoles

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