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Cortejo | Familiares, amigos e uma multidão de ciclistas prestaram homenagem a Joelson Fernandes

Foto: Pedro Ibarra / CB / DA.Press

A manhã deste domingo (6/2) foi de emoção, homenagem e manifestação em nome do ciclista Joelson Fernandes. Amigos, família e parceiros de bicicleta fizeram um pedal como forma de exaltar o colega morto em um atropelamento na última quinta-feira (3/2).

O trajeto passou pela Estrutural, onde o grupo seguia um caminhão do Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF) que carregava o caixão do ciclista e parou no local do ocorrido para colocar uma bicicleta branca como forma de homenagem a Joelson. Familiares, amigos e colegas de ciclismo aplaudiram e rezaram em nome do bombeiro civil que trabalhava na Caesb e no Anexo do Palácio do Buriti.
Foto: Pedro Ibarra / CB / DA.Press

“É o segundo que matam da nossa galera e ninguém faz nada, cadê? Quando vão prender?”, gritou um ciclista no meio do grande grupo que acompanhava o caminhão de bombeiros.

Fabia Cristina, amiga de trabalho de Joelson, disse que a falta será muito sentida. “Ele era uma pessoa muito querida, não é atoa que juntou todas essas pessoas aqui hoje”, afirmou a também bombeira civil do Anexo do Palácio do Buriti. Ela pontua a gravidade da situação. “Foi uma brutalidade”, adiciona.

A procissão de bicicletas chegou até o Cemitério Campo da Esperança de Taguatinga. No local os ciclistas fizeram um cordão de bicicletas tanto para a passagem do caminhão de bombeiros como para a passagem do caixão. Palmas e gritos de “Saudade Joelson”

Os colegas de grupo de Joelson que acompanharam toda a homenagem vestiam camisas com o nome dele. Anderson Lima, companheiro de Fernandes no grupo de ciclismo Monster e de categoria nas competições colocou que o parceiro é “insubstituível”. “Era uma pessoa que se entregava para todos sorrindo e brincando”, conta.

A tristeza da família também era ouvida.“Meu filho vai ser enterrado como um guerreiro, como um rei”, entoou Hilda Maria dos Santos, mãe de Joelson Fernandes. “Meu filhinho dormiu e não vai acordar mais”, completou durante a cerimônia do enterro.


Por Pedro Ibarra / Correio Braziliense

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