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Suspeito que matou idosa no DF já cometeu crimes em 16 cidades

José Paulo Trindade tem antecedentes criminais em seis estados, entre os anos de 2002 e 2010. No DF, ele teria cometido outros três crimes O...

José Paulo Trindade tem antecedentes criminais em seis estados, entre os anos de 2002 e 2010. No DF, ele teria cometido outros três crimes



O homem acusado de estrangular uma idosa no Guará na última segunda-feira (6/12), José Paulo Trindade, de 64 anos, tem passagem pela polícia em pelo menos 16 cidades, além do Distrito Federal. As informações constam no banco de dados criminal nacional.

José Paulo é foragido do Sistema Penitenciário desde 2015. Entre os crimes dos quais ele é suspeito, constam dois estupros. Um deles em Acreúna (GO) e outro em Ceilândia.

A 16 passagens do foragido fora da capital aconteceram entre os anos de 2002 e 2010, a maior parte delas por furto e roubo. Os antecedentes criminais são de seis estados: Goiás, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina e Bahia.

Confira os 16 antecedentes criminais do foragido em outros estados:

Goiânia (GO) – furto e roubo
Botafogo (RJ) – furto e roubo
Neves (RJ) – tráfico ou uso de drogas
Florianópolis (SC) – furto e roubo
Uberlândia (MG) – roubo mediante grave ameaça ou violência
Jundiaí (SP) – furto e roubo
Santos (SP) – estelionato
Guarujá (SP) – furto e roubo
Jabaquara (SP) – furto e roubo
Guaratinguetá (SP) – furto e roubo
Indianápolis (SP) – furto e roubo
Heliópolis (SP) – furto e roubo
Vila Clementino (SP) – furto e roubo
São Paulo (SP) – furto e roubo
Ignorada (BA) – furto e roubo
Ignorada (BA) – ocultação de convocação judicial

Assassinato

Apesar de ter diversas passagens, a primeira vez que José Paulo cometeu um homicídio foi no último crime, em Brasília, o qual vitimou Geralda Cândida Santos Nascimento, de 79 anos. No dia do assassinato, a idosa estava sozinha em casa quando o suspeito a abordou, oferecendo serviço de marceneiro.

Como a senhora de idade precisava de um reparo na caixa d’água e abriu o portão para o homem entrar. Ela foi encontrada morta, com um fio enrolado no pescoço.


A 4ª DP teve acesso às imagens do ônibus que José pegou ao sair da QE 30, onde cometeu o latrocínio, e desembarcou na QI 7, no Guará l (veja o vídeo abaixo). Ele tinha um corte na bochecha e na boca, provocado possivelmente por uma luta corporal com a vítima.

Outra característica facilitadora na identificação do suspeito é a de que José manca ao andar, em decorrência de uma artrose.

Logo após o assassinato José pegou um ônibus e fugiu para Planaltina de Goiás, onde uma filha dele mora. Lá, ele trocou de roupa e fugiu. A PCDF apreendeu a camiseta usada por ele durante o latrocínio. “A gente está trabalhando em conjunto da Polícia Civil de Goiás para tentar achá-lo. Ele tem familiares no estado e é possível que esteja escondido em alguma cidade do interior”, diz o delegado Anderson Espíndola.


Crimes no Distrito Federal

No Distrito Federal, José Paulo tem outras três passagens pela polícia, sem contar o assassinato desta semana. Duas delas foram por roubos e furtos e a terceira por uma briga de trânsito. Segundo Espíndola, José Paulo tem o hábito de cortar o fio do telefone das casas nas quais comete os roubos. Foi isso que o suspeito fez em um dos roubos realizados em Brasília, ainda em 2010, em uma residência de Taguatinga.

Na ocasião, José Paulo enganou uma criança de 11 anos, que estava sozinha. Ele afirmou ter comprado uma TV dos pais dela. A mãe da criança chegou no momento o qual o ladrão colocava a televisão da família dentro de um táxi, ela conseguiu impedir que o eletrodoméstico fosse levado, mas perdeu os controles remotos do aparelho, o celular e uma câmera digital.

Antes disso, em 2004, o suspeito teve sucesso ao furtar joias e outros objetos de valor de uma casa na QI 25 do Lago Sul. Neste crime, José Paulo convenceu um funcionária, a qual trabalhava na casa, que havia sido contratado para consertar o telefone da residência.

No quarto do casal, moradores do imóvel, o criminoso abriu os armários e convenceu o filho do casal, de 7 anos, a mostrar onde estavam as joias da mãe. O acusado ainda pediu uma sacola para levar os objetos. A terceira passagem do homem no DF foi uma briga de trânsito, também em 2004.

Por Celimar de Meneses - Carlos Carone - Metrópoles

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