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Quadrilha “toca terror” durante invasão a empresa de ouro em Jarinu (SP)

Até um drone foi utilizado pelos bandidos para monitorar a ação da polícia militar Moradores de Jarinu acordaram assustados na madrugada des...

Até um drone foi utilizado pelos bandidos para monitorar a ação da polícia militar


Moradores de Jarinu acordaram assustados na madrugada desta terça-feira (13), depois que uma quadrilha fortemente armada invadiu uma chácara onde funcionava uma empresa do ramo de joalheria especializada em ouro. Os bandidos chegaram a utilizar um drone para monitorar o deslocamento da polícia.  

A ação ousada, digna de um filme de ação,  causou pânico e apreensão nos pouco mais de 30 mil habitantes da cidade. Os meliantes chegaram a colocar fogo em veículos para dificultar a ação da polícia, além de terem ouvido uma grande explosão.

De acordo com relatos, durante a fuga foi possível ouvir uma intensa troca de tiros nas proximidades de Campo Limpo Paulista e na estrada que liga Jarinu e Atibaia. Apesar da ação violenta não há informação de feridos. Não foi divulgada a quantidade de ouro roubada.

Esse tipo de ação, nessas características, realizadas por quadrilhas especializadas, estão sendo chamadas de "novo cangaço”. O modus operandi, ou seja, a abordagem tem sido sempre a mesma. Quadrilhas com alto poder bélico invadem municípios de pequeno e médio portes, normalmente durante a madrugada, em vários veículos.

Vale lembrar, que em abril de 2021, uma quadrilha especializada atacou agências bancárias, atirou em lojas e em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), na cidade de Mococa, que fica localizada a 267 quilômetros da capital paulista. Encapuzados e fazendo disparos para o alto e em direção ao comércio local, os meliantes usaram explosivos para roubar o cofre de uma agência da Caixa Econômica Federal.

Na cidade de Criciúma foi registrado o maior roubo na história de Santa Catarina. Durante a ação criminosa, uma quadrilha formada por 30 indivíduos, dez automóveis e armamento de calibre exclusivo das Forças Armadas, em novembro de 2020, tocaram o terror e deixaram os moradores assustados.

Os bandidos atacaram o 9º Batalhão da Polícia Militar e efetuaram vários tiros nas janelas, montaram uma barreira na saída com um caminhão em chamas e explosão acionada por celular. “Uma ação sem precedentes”, afirmou o tenente-coronel Cristian Dimitri Andrade, comandante do batalhão.

Outro registro da ousadia dos criminosos aconteceu na cidade de Cametá, homens fortemente armados fizeram um cerco no quartel da Polícia Militar, fizeram reféns, atacaram uma agência bancária da cidade com explosivos e causaram medo e apreensão entre os moradores. Uma pessoa morreu durante confronto.

Da redação Estrutural On-Line

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