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A Polícia Civil do Distrito Federal — PCDF, por intermédio da Divisão de Repressão ao Crime Organizado (Draco), deflagrou, na manhã de hoje (1º), a Operação Baco. A ação objetivou reprimir o tráfico de drogas sintéticas no Distrito Federal e cidades do entorno.

 Foram cumpridos 23 mandados de busca e apreensão nas cidades de Águas Claras, Guará, Ceilândia, Samambaia, Santa Maria, Taguatinga, Vicente Pires, Jardim Botânico, Luziânia e Águas Lindas. No decorrer das buscas, foram localizadas vários tipos de drogas— ectsasy, maconha e haxixe—, além de uma estufa para plantação de maconha, o que ensejou a lavratura de autos de prisão em flagrante por crimes de tráfico de drogas.

A operação de hoje configura-se a terceira fase de investigação realizada pela Draco, desde o ano de 2019, com o objetivo de conter o avanço da distribuição de drogas sintéticas, sobretudo em bares e festas da capital.

A primeira fase, realizada no mês de maio de 2019, denominada Tridente, buscou identificar e prender os traficantes responsáveis por realizar o contato com os produtores das drogas, residentes no Estado de Santa Catarina, e o posterior transporte ao Distrito Federal. Nessa fase, foram cumpridos 22 mandados de prisão e 28 mandados de busca nos Estados de Santa Catarina, Goiás e Distrito Federal e realizada a apreensão de mais de 8 mil comprimidos de ecstasy.

 A segunda fase, deflagrada no mês de fevereiro de 2020, intitulada Poseidon, voltou-se à prisão de fabricantes dessas drogas, com o cumprimento de mais 12 mandados de prisão e 16 de busca e apreensão, novamente em Goiás, Santa Catarina e no Distrito Federal, sendo que o líder do grupo já havia sido preso, um mês antes, transportando 210 kg de cocaína.

Nessa terceira fase, as investigações voltaram-se aos traficantes responsáveis pela comercialização das drogas em bares e festas e pelo serviço de entrega em domicílio (delivery), oferecido pelo grupo, que irá responder pelos crimes de tráfico de drogas e organização criminosa, podendo ser condenado a penas que somam mais de 30 anos de reclusão.

A Operação Baco — que teve apoio dos Departamentos de Polícia Especializada (DPE) e Circunscricional (DPC) e de Atividades Especiais (DEPATE)— contou com a participação de 160 policiais civis, entre delegados, escrivães e agentes de polícia.










Assessoria de Comunicação/DGPC

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