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| Divulgação/Agência Brasília |
As obras das novas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Águas Claras e Taguatinga devem ser concluídas em novembro deste ano, segundo informou a governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), durante visita técnica realizada nesta terça-feira (21). As unidades fazem parte do plano de ampliação da rede pública de saúde e prometem reforçar o atendimento de urgência e emergência em regiões de grande demanda.
Durante a vistoria, a governadora destacou que as novas estruturas foram projetadas para oferecer um atendimento mais completo, aproximando-se da capacidade de um hospital de pequeno porte.
Novas UPAs terão tomógrafo, pediatria e 60 leitos
De acordo com Celina Leão, todas as novas unidades seguirão um padrão mais moderno e equipado. Cada UPA contará com tomógrafo para agilizar diagnósticos por imagem, além de atendimento pediátrico e 60 leitos destinados aos pacientes.
A proposta, segundo o Governo do Distrito Federal, é reduzir o tempo de espera por exames, acelerar os diagnósticos e oferecer mais eficiência nos atendimentos de urgência.
As unidades de Águas Claras e Taguatinga terão aproximadamente 2,5 mil metros quadrados de área construída e infraestrutura voltada para ampliar a capacidade da rede pública de saúde.
Outras cinco unidades devem ser inauguradas em 2027
Além das duas UPAs previstas para novembro, o GDF estima entregar outras cinco unidades no início do próximo ano, ampliando a cobertura do atendimento emergencial em diferentes regiões administrativas.
O projeto integra um pacote de investimentos na saúde pública do Distrito Federal voltado ao crescimento da demanda por serviços de urgência.
Rede de atendimento será ampliada em várias regiões do DF
O programa de construção das novas UPAs teve início em junho do ano passado, quando foram assinados os contratos para a implantação de sete unidades.
Além de Águas Claras e Taguatinga Sul, os novos equipamentos de saúde estão previstos para Sol Nascente/Pôr do Sol, Cidade Estrutural, Água Quente, Guará e Arapoanga.
Todas as unidades serão classificadas como UPA Porte III, o maior nível previsto pelo Ministério da Saúde. A escolha das localidades foi baseada em estudos técnicos da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), considerando fatores como crescimento populacional, necessidade de expansão da rede e facilidade de acesso da população aos serviços de saúde.
Da redação Estrutural On-line

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