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Trump e presidente do Irã firmam acordo de paz e encerram conflito iniciado em 2026

Documento assinado virtualmente por Donald Trump e Masoud Pezeshkian entra em vigor imediatamente
Estrutural On-line

Em um movimento considerado histórico para a diplomacia internacional, os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e do Irã, Masoud Pezeshkian, formalizaram nesta quarta-feira (17) um acordo de paz provisório que encerra oficialmente o conflito entre os dois países, iniciado em fevereiro de 2026. O memorando já passou a valer imediatamente após a assinatura digital realizada pelas duas lideranças.

O entendimento estabelece uma série de compromissos bilaterais que deverão ser cumpridos enquanto representantes dos dois governos negociam um tratado permanente. O prazo inicial para a conclusão desse acordo definitivo é de 60 dias, podendo ser ampliado caso haja consenso entre as partes.

Assinatura ocorreu de forma virtual

Inicialmente, a formalização do acordo estava prevista para acontecer durante uma cerimônia na Suíça, com a participação de autoridades norte-americanas e iranianas. No entanto, o governo do Irã informou que o procedimento foi alterado de última hora.

De acordo com o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Esmail Baghaei, o documento foi assinado diretamente pelos chefes de Estado por meio digital, eliminando a necessidade de um encontro presencial.

Segundo ele, a decisão foi tomada para reforçar o peso político e diplomático do compromisso firmado.

Enquanto isso, Donald Trump assinou os termos do memorando durante compromissos internacionais na França, onde participa de reuniões paralelas à Cúpula do G7.

Principais medidas previstas no acordo

O texto aprovado reúne 14 compromissos centrais que visam reduzir tensões e restabelecer relações diplomáticas e econômicas entre Washington e Teerã.

Entre os pontos mais relevantes estão:

  • Encerramento imediato das operações militares entre os dois países;
  • Compromisso mútuo de respeito à soberania nacional;
  • Retirada gradual do bloqueio naval imposto ao Irã;
  • Garantia de navegação comercial no Estreito de Ormuz;
  • Suspensão progressiva das sanções econômicas norte-americanas;
  • Liberação de ativos iranianos congelados no exterior;
  • Autorização para retomada das exportações de petróleo iraniano;
  • Criação de um mecanismo internacional de monitoramento do acordo;
  • Discussões sobre o programa nuclear iraniano sob supervisão da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA).

Economia e segurança estão no centro das negociações

Outro destaque do memorando é a previsão de um amplo plano de recuperação econômica para o Irã. O texto menciona a possibilidade de investimentos que podem superar US$ 300 bilhões, com participação dos Estados Unidos e de parceiros regionais.

Além disso, o acordo prevê que qualquer tratado definitivo seja posteriormente validado por uma resolução vinculante do Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU), o que daria respaldo internacional às futuras decisões.

Próxima etapa será decisiva

Apesar da entrada em vigor imediata das medidas iniciais, diplomatas dos dois países ainda precisarão negociar detalhes considerados sensíveis para a construção de um acordo permanente.

Autoridades iranianas afirmam que as conversas continuarão com mediação internacional e que uma nova rodada de negociações segue prevista para ocorrer em território suíço, embora ainda não exista uma data oficial definida.

Da redação Estrutural On-line
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