Mobile Menu

Data Atual / Redes Sociais

CARREGANDO...

Publicidade Internas 970x90

José Aparecido condena medida sobre compras internacionais e destaca os impactos na economia

Setor produtivo do DF aponta risco ao comércio brasileiro, perda de arrecadação e ameaça a empregos formais Foto divulgação / Comércio DF A ...

Setor produtivo do DF aponta risco ao comércio brasileiro, perda de arrecadação e ameaça a empregos formais


Foto divulgação / Comércio DF

A decisão do governo federal de alterar a tributação sobre compras internacionais de até US$ 50 gerou reação imediata do setor produtivo no Distrito Federal. O presidente da Fecomércio-DF, José Aparecido Freire, manifestou preocupação com a medida provisória, que, segundo ele, pode afetar diretamente o comércio nacional, a indústria e a geração de empregos no país.

Conhecida popularmente como “taxa das blusinhas”, a política tem provocado debates entre empresários e autoridades. Para a entidade, a mudança cria um cenário de desequilíbrio competitivo, favorecendo plataformas estrangeiras em detrimento de empresas brasileiras, que enfrentam uma carga tributária mais elevada e custos operacionais mais rígidos.

José Aparecido destacou que o impacto não se limita ao setor de vestuário, mas atinge uma ampla variedade de produtos comercializados no país, incluindo eletrônicos, utensílios domésticos e itens da indústria têxtil. Segundo ele, a medida amplia a concorrência externa em um momento delicado para o comércio interno.

Outro ponto levantado pela Fecomércio-DF é o possível reflexo negativo sobre micro e pequenas empresas, que representam a maior parte dos negócios no Distrito Federal. De acordo com o dirigente, esses empreendimentos são responsáveis por significativa parcela dos empregos formais e pela movimentação econômica local.

Além disso, a entidade chama atenção para a perda de arrecadação. Estimativas citadas pelo setor indicam que a tributação sobre compras internacionais gerou cerca de R$ 7,8 bilhões até o fim de 2025. Com a nova regra, esse montante pode deixar de entrar nos cofres públicos, em um cenário de চাপ fiscal.

A Fecomércio-DF defende que o Congresso Nacional reavalie a medida provisória, considerando seus efeitos econômicos e sociais. Para o setor, o debate precisa equilibrar o acesso a produtos importados com a proteção da produção nacional e a manutenção de empregos.

Da redação Estrutural On-line
Política de Comentários - Estrutural On Line

Os comentários são de inteira responsabilidade do autor e não expressam a opinião do Estrutural On Line. Você pode ser responsabilizado pelo conteúdo publicado.

Por favor leia nossa Política de Comentários antes de comentar.

Comentários

Postar um comentário

Agradecemos pelo comentário.