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Tentativa de feminicídio termina com agressor morto após intervenção de pedestre em Minas Gerais

Homem descumpria medida protetiva, atacou ex com machadinha e faca, e foi contido por popular; caso ocorreu em Ponte Nova


Reprodução

Uma tentativa de feminicídio registrada na tarde de quarta-feira (8/4), em Ponte Nova, na Zona da Mata mineira, terminou com a morte do agressor após a intervenção de um pedestre. O caso aconteceu no bairro Santo Antônio de Palmeiras e foi confirmado pela Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG).

De acordo com as informações, um homem de 40 anos, que já tinha medida protetiva em vigor contra a ex-companheira, de 39 anos, atacou a vítima em via pública utilizando uma faca e uma machadinha. A mulher foi agredida repetidamente e chegou a cair no chão durante a violência.

Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que o suspeito chega de motocicleta e inicia as agressões. Mesmo com a vítima caída, ele continua o ataque até ser surpreendido por um pedestre de 31 anos, que utilizou uma barra de ferro para impedir a ação.

Outras pessoas que estavam próximas também se aproximaram durante a confusão. O agressor foi atingido diversas vezes e acabou não resistindo aos ferimentos, morrendo ainda no local.

A mulher foi socorrida e encaminhada a uma unidade de saúde. O estado de saúde dela não foi detalhado.

O homem que interveio foi detido em flagrante, mas liberado após prestar depoimento no Plantão Virtual da Polícia Civil. A autoridade policial entendeu que houve legítima defesa de terceiros, enquadrando o caso como lesão corporal seguida de morte.

Durante a perícia, foram apreendidos os objetos utilizados na ocorrência, incluindo duas facas, uma machadinha, uma barra metálica e a motocicleta do agressor.

O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), e o caso seguirá sob investigação da Delegacia de Crimes Contra a Vida, que vai apurar todos os detalhes da ocorrência.

O episódio chama atenção para a gravidade da violência doméstica e para o descumprimento de medidas protetivas, que seguem sendo um desafio no combate a crimes contra a mulher no país.

Da redação Estrutural On-line

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