Decisão urgente ocorre após revelação de áudios e vídeos com ameaças e assédio a estudante de 16 anos em Águas Claras
O Tribunal Superior do Trabalho (TST) determinou o afastamento imediato de um servidor de 63 anos investigado por abuso sexual contra uma adolescente de 16 anos no Distrito Federal. A decisão, tomada nesta quarta-feira (8/4), também suspende o porte de arma do suspeito diante da gravidade das denúncias.
A medida foi adotada após a divulgação de gravações que mostram episódios de assédio e ameaças contra a vítima. O caso é investigado pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), da Polícia Civil do DF.
De acordo com o TST, a decisão segue diretrizes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e reforça o compromisso da Corte no combate a qualquer tipo de violência contra menores.
Professor usava aulas para se aproximar da vítima
Segundo as investigações, o servidor atuava como professor particular de matemática e utilizou as aulas para se aproximar da adolescente, em um condomínio de Águas Claras.
As aulas começaram em 2023, mas, com o tempo, o comportamento do investigado teria se tornado abusivo, com aproximações físicas indevidas e atitudes intimidatórias.
Sentindo-se ameaçada, a jovem passou a gravar os encontros com o celular. As imagens, consideradas perturbadoras pelos investigadores, agora fazem parte do inquérito policial.
Áudios com ameaças agravam o caso
Além dos episódios de abuso, o servidor também é acusado de enviar mensagens com ameaças de morte à adolescente, exigindo que ela não contasse nada à família.
Com as provas reunidas, os pais da vítima formalizaram a denúncia. O caso ganhou repercussão e levou à rápida resposta do TST.
A investigação segue em andamento e novas medidas não estão descartadas.
Da redação Estrutural On-line

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