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Operação da PCDF desmonta esquema milionário de tráfico e lavagem de dinheiro no DF e em outros estados

Segunda fase da Operação Monopólio cumpre mandados, prende suspeitos e revela movimentação superior a R$ 60 milhões


Divulgação / PCDF

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) intensificou o combate ao crime organizado e desarticulou uma sofisticada rede criminosa responsável por movimentar mais de R$ 60 milhões em atividades ilegais. A ação faz parte da segunda fase da Operação Monopólio, deflagrada nesta terça-feira (07), com foco no enfrentamento ao tráfico de drogas e à lavagem de dinheiro.

Coordenada pela Coordenação de Repressão às Drogas (Cord), a operação cumpriu 13 mandados de prisão preventiva e 16 mandados de busca e apreensão. As ações ocorreram em diferentes regiões, incluindo a Estrutural e Ceilândia, no Distrito Federal, além de cidades estratégicas como Aparecida de Goiânia (GO) e São Paulo (SP), evidenciando a atuação interestadual do grupo.

As investigações apontam que a organização criminosa operava de forma estruturada e com divisão de funções, utilizando empresas de fachada para ocultar a origem ilícita dos recursos. Somente uma dessas empresas foi responsável por movimentar mais de R$ 14 milhões no período analisado.

Na primeira fase da operação, nove pessoas já haviam sido denunciadas por envolvimento com o esquema, incluindo o líder da organização, que também responde por lavagem de dinheiro. Agora, na nova etapa, outras 19 pessoas estão sendo indiciadas pelos crimes de organização criminosa, tráfico de drogas e lavagem de capitais.

Divulgação / PCDF

De acordo com a PCDF, o principal investigado movimentou, sozinho, mais de R$ 12 milhões nos últimos quatro anos, reforçando o alto grau de sofisticação financeira do grupo.

A Operação Monopólio representa mais um avanço das forças de segurança no combate ao crime organizado no Distrito Federal, destacando a importância do trabalho integrado de inteligência policial para enfraquecer redes criminosas e interromper o fluxo financeiro de atividades ilegais.

Por Francisco Gelielcon
#EstruturalOnLine

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