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Irã amplia tensão e inclui multinacionais dos EUA em lista de possíveis alvos no Oriente Médio

Autoridades militares iranianas alertam para ataques iminentes e pedem evacuação de áreas próximas a instalações de grandes empresas


Imagem de hosny salah por Pixabay

A escalada de tensão no Oriente Médio ganhou um novo capítulo nesta terça-feira (31/3), após a Guarda Revolucionária do Irã anunciar que poderá atingir empresas norte-americanas com atuação na região. A medida, segundo o governo iraniano, seria uma resposta direta a ações militares atribuídas aos Estados Unidos e a Israel.

De acordo com a mídia estatal iraniana, ao menos 18 companhias foram citadas como potenciais alvos. A lista reúne gigantes de diferentes setores, incluindo tecnologia, indústria, energia e finanças. Entre as empresas mencionadas estão nomes como Apple, Google, Microsoft, Intel, IBM, Tesla e Boeing.

Além dessas, também aparecem Cisco, Dell, General Electric, HP, JPMorgan Chase, Meta, Nvidia e Oracle, entre outras organizações com presença estratégica no Oriente Médio.

O comunicado oficial indica que as ações poderiam começar a partir das 20h desta quarta-feira (1º/4), no horário local de Teerã. As autoridades iranianas afirmaram que as estruturas dessas empresas estariam sujeitas a ataques como forma de retaliação.

A Guarda Revolucionária também emitiu um alerta direto a funcionários e moradores que vivem nas proximidades dessas instalações. A recomendação é que deixem imediatamente os locais de trabalho e residências situadas em um raio de até um quilômetro das unidades mencionadas.

Na justificativa apresentada, o Irã acusa empresas norte-americanas, especialmente do setor de tecnologia da informação e inteligência artificial, de participarem indiretamente de operações militares por meio do fornecimento de suporte tecnológico. Segundo o comunicado, essas companhias seriam consideradas “alvos legítimos” dentro da estratégia de resposta do país.

A declaração eleva o nível de preocupação internacional e deve intensificar o monitoramento por parte de governos e organismos multilaterais, diante do risco de impactos econômicos e de segurança em toda a região.

Da redação Estrutural On-line

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