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ESTRUTURAL - DF TEMPO AGORA

13/02/2015

GDF anuncia exoneração de servidor da Estrutural investigado por fraudes

Chefe de gabinete da regional foi citado na operação Miqueias, em 2013.
Almir teria empresa de fachada para lavar dinheiro; ele não foi encontrado
.
O governo do Distrito Federal afirmou nesta quinta-feira (12) que vai exonerar o chefe de gabinete da administração regional da Estrutural, Almir Fonseca Bento. Em 2013, ele foi investigado na operação Miquéias, que desarticulou uma quadrilha especializada em fraudar fundos de pensão no DF e em Goiás.
G1 e a TV Globo tentaram contato com Bento nesta quinta (12), mas o servidor não foi localizado. No início da tarde, o Buriti afirmou que não tinha conhecimento da investigação, mas enviou nota oficial horas depois para informar sobre a exoneração.
O administrador da Estrutural, Evanildo Macedo Santos, afirmou à TV Globo no início da tarde que desconhecia a investigação. “A princípio, não tenho conhecimento. O Almir coordenou a campanha do governador em Taguatinga, junto com o professor Pacco. Contribuiu muito no processo eleitoral e eu optei pela experiência, pelo conhecimento que identifiquei nele.”
O secretário de Desenvolvimento Humano e Social, Marcos Pacco, afirmou ao G1 que não tem relação pessoal com o chefe de gabinete e que trabalhou apenas “à distância” com ele na campanha de Rollemberg. “Fui candidato a [deputado] federal, só entrei na campanha para o segundo turno. Coordenei em Taguatinga, mas ele [Bento] era mais ligado ao operacional, às equipes. Não o conheço, não o indiquei para cargo algum.”
Operação Miqueias

As investigações apontam que o grupo criminoso era liderado pelo doleiro Fayed Traboulsi, dono de uma mansão avaliada em R$ 11 milhões em Alto Paraíso (GO). De acordo com o inquérito da Polícia Federal, Almir Bento era um “pastinha”, nome dado aos agentes que aliciavam prefeitos para desviar recursos da previdência.
Uma das empresas usadas na lavagem de dinheiro estaria em nome de Bento. Segundo o Ministério Público, o grupo movimentou R$ 300 milhões. Em 2013, Almir chegou a ser preso por suposto envolvimento no esquema.
Fonte: http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2015/02/gdf-anuncia-exoneracao-de-servidor-da-estrutural-investigado-por-fraudes.html

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